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15.11.13

Inteligência por vida, vida por inteligência

(Makulè)
   A contemporaneidade tem assustado muito a humanidade como um todo, de forma global, sem nada respeitar, em função da desvalorização da vida e acensão de formas hediondas de eliminá-las. E, em muitos casos eliminações em forma de execução de maneira inimaginável.
   Há muito, os filósofos, discutem o que está se passando com o ser humano. Para uns, uma involução por desequilíbrio e desarmonia. Para outros, a repetição de fatos de outras épocas, indicando um ciclo a ser cumprido. Em uma reflexão sobre os dois pontos de vistas, onde a radicalização de ambos se contrapõe ou se contradizem, a conclusão aponta para a união de ambos os pensares. Assim, teríamos a banalização porque o homem perdeu seu valores essenciais, e isso é involução, ao mesmo tempo em que, sem limites, invalidaram ou substituíram os valores sociais por leis pessoais. E, caso haja uma forma de oposição, o resultado é a eliminação do problema pela raiz.

  

29.9.13

Pai, Mãe e Filho

Makulè
Para nascermos necessitamos de um pai e uma mãe biológicos. São eles que nos possibilitam o nascer, o existir e o aprender. Isso porque são nossos pais que, através da união de seus gametas, nos unificam em um único óvulo. Este, por sua vez, cresce e se desenvolve até permitirmos coroar e sair das entranhas protetoras, femininas e materna. O próximo passo, é respirar , trazendo de fora a centelha da vida em forma de oxigênio, o comburente natural, para daí então, ligarmos nossa máquina orgânica e assumirmos o nascer. Mas, no princípio e por um longo período de tempo, são os mentores - pai e mãe, que assumem nos ensinando  a viver com dignidade e livrando-nos dos caminhos obscuros e perigosos com suas luzes, através de seu afeto, dedicação e carinho.
Crescemos então, aumentando a nossa massa celular, mas fomos criados sem medos, com esperanças e força na busca da realização de nossos sonhos. E, nesse caminhar mas pessoal, há contrapassos e erros. Mas, a busca pelos acertos e a tentativa de não cometer os mesmos erros são persistentes, são mais que isso, são símbolos da felicidade e das lições paterna e materna que, de alguma forma, ora atenuam e ora incentivam.
Talvez o momento mais doloroso para eles seja o voar do ninho de seus filhos. Entretanto, os netos sempre retornam e, através deles, o ciclo se reinicia e a felicidade agora é sempre múltipla.
Enfim, a minha consciência não se pode calar e deixar de agradecer aos dois e sempre, por cada ensinamento, carinho, proteção e cuidados na infância e por cada noite de prontidão aguardando o voltar do filho. Vocês dois foram pais por natureza animal de procriar, por opção humana de serem pais e por amor ao próximo, meu muito OBRIGADO.