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9.2.20

Professor Educador

        Acreditar sempre e sempre acreditar.
    O papel do professor continua e continuará de suma importância para a universalização do conhecimento. Como saber é poder também o professor deverá se empoderar. Assim o papel do professor-educador está em conduzir, mediando as ações de aprendizagem para que ocorra a comunidade de alunos e ideias.
     O compartilhamento e a aprendizagem, por sua vez, de forma colaborativa apropria o social ao individual. Neste caso o professor pesquisa junto com o aluno, problematiza e desafia-os através do exercitar da tecnologia, à qual os jovens aprendizes estão muito mais habituados, surgindo facilmente a interatividade.
    A partir dessa quebra de campo restritivo o estudante cria mais e aprende a apreender com os demais e consigo próprio, gerando além do aumento da autoestima também a confiança em si própria.

3.2.20

Prática Educacional e Cotidiano

    Observa-se que o debate acerca de uma prática que faz parte do nosso dia a dia. Isso porque desconheço um professor que não é autor. O que hoje é visto com o avanço tecnológico e sem retrocesso é o grande desafio do professor se qualificar para poder acompanhar e saber utilizar os variados recursos disponíveis.
    Também é observado que com os canais de comunicação abertos, tem-se disponibilizados ao público sites, repertórios, textos digitais, REA, educomunicações, onde o compartilhar e o colaborar se dá de uma forma inalcançável. Precisa-se estruturar as  vias , perceber que não cabe mais a fragmentação e respeitar as autorias.
     Os cursos de tecnologias digitais, ainda estão fazendo a inclusão de muitos professores. Contudo, há avanços e com eles o repensar que faz das aulas momentos mais fluidos, dinâmicos e a prática digital mais cotidiana. Todas essas interações autores, professores e cotidiano, gerando conhecimento e uma aventura do saber fazer digital vem contribuindo para estimular mudanças cada vez mais significativas equipando o professor para dentro do hoje dialogar com uma juventude carente de humanização.