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9.8.11

Água, Luz e Calor, rimando com Amor


(Manoel S. Filho)

            Passou-se muito tempo até sentir de novo o vento no meu rosto. Neste momento, era uma sensação... um sentir diferente do de antes. Isso porque algo mudou e, acredito, para melhor.
            Voltei meus olhos para o movimento rítmico das ondas do mar. Esse era um mar também diferente em sua essência porque meu olhar o via de forma diferente. Ora era azul e ora era verde, e, por vezes, essas cores pareciam misturarem-se formando as brumas brancas que tocavam insistentemente e delicadamente meus pés descalços.
            Ah! Se pudesse acelerar o tempo até o dia de hoje eu não saberia o que é desilusão ou desamor. Mas saberia sim o que é amor. Um amor loucamente racional, impulsivo, sonhador, irreal e simplesmente amor. Amor cigano de longos cabelos negros, de olhos negros como o ébano e extremamente penetrantes, de formas delicadas, bem delineadas e femininas e de lábios sempre desejantes e desejados.
            E tudo começou com uma permissão e continuou como um adicione-me. E, de forma rápida, corações foram adicionados a si próprios, surgindo um profundo apego e troca, onde a disputa era sobre quem mais daria amor e quem mais seria amado.
            Ah! Como pessoas mudam diante de um puro e verdadeiro sentimento por outra pessoa. Como é bom ser e estar, pertencer e estar livre para ser e estar e pertencer a si próprio. E tudo acontecido por uma gratificante e divina conspiração que agora considero cósmica. E quando isso acontece a evolução espiritual não atenta a nomes mas á pessoa em sua essência. Assim, poderia a pessoa chamar-se Fabiana, ou Ana, ou Mariana, ou Juliana ou Rita, ou Marília ou outro nome qualquer. Mas, sentindo o vento em forma de suave e delicada brisa no rosto; tendo o Sol irradiado sobre a forma de luz e calor, envolvendo meu corpo e o banhar das águas verdes do mar, tenho certeza que possui unir em um único nome – AMOR.

10.6.11

Os desafios de ser professor no século XXI

 (Profº Manoel F. da Silva Filho)
            A Educação sempre foi e sempre será o reflexo de uma sociedade.
            No século passado, a sociedade da modernidade era guiada pela ideologia do progresso e substituiu tudo que era considerado "primitivo" pela hiperracionalidade em busca de uma sociedade perfeita, igualitária e, sobretudo, homogênea. Assim, a racionalidade nivelou as emoções, normatizou o prazer de viver e estar vivendo, explicou o mundo natural e disciplinou a vida social. Contudo, ao domar o ser humano e as suas relações sociais e com a natureza domesticou também os interstícios, impondo a desistência do viver naturalista, onde o ser humano e natureza se completavam. A conseqüência de enfatizar um viver social racional e funcional foi a massificação das individualidades e asfixia do presente.
            Dessa forma, a Educação, legitimou a hiper racionalidade, de tal forma que baniu o senso comum para o que se acreditava ser o nascer de uma "humanidade nova". Para tal, o sua metodologia deveria ser rigorosa, coerente, séria e sem a possibilidade de erros. Ou em outras palavras, ser totalmente cartesiana. E nesse processo todo, o ser humano pode explicar biológica, física, química e ciberneticamente a caducidade dos organismos e o desgaste das maquinarias, mas não foi capaz de resolver o finir. E, a morte foi explicada, mas, ao contrário de domesticá-la, o ser humano só a tornou racionalmente insuportável. Assim, o ser humano se descobriu humano. E, como tal, não é só racional, ele também deseja beber na fonte das crenças sem provas e quer e precisa participar do mito, mesmo estranho e incoerente. O resultado dessa experiência é que ao ser humano lhe foi negado todas as suas esperanças e o futuro a "Deus pertenceria". Enfim, a chamada era da hiper racionalidade tinha se tornado, por assim dizer, uma espécie de buraco negro autofágico. Com isso, o ser humano se vê frente a um dilema e assustado, com sua vitalidade não extinta, contrapõe-se a energia produtivista. E essa nova onda, em um novo tempo, o leva a questão de que as grandes verdades da modernidade não alcançaram os seus objetos de desejo. Agora se trata de um fenômeno mais amplo - é a crise da razão. E, isso leva o ser humano a idéia de unidade implodida e a sentimentos de precariedade.
            No limiar do século XXI, o passo seguinte do ser humano foi inquietar-se e buscar soluções para atender às suas necessidades com novos modelos e perdendo o enrijecimento dos conceitos dogmáticos, experimentando uma nova dinâmica social. Por conseqüência a Educação torna-se mais hesitante e o intelectual vê suas teorias menos unificadas e não deterministas. Isto porque há formação de novos interstícios e com isso há, também, a compreensão de uma fractalidade e de uma fluidez em uma sociedade amorfa que passa a assumir que o saber é incompleto e que o homem está em constante construção. E é nesta intricada rede que o foco sai do macro social, demonstrando assim que o interesse não mais está voltado para os grandes eventos, mas sim, para a banalidade cotidiana. E isso nos remete a observar que a sociedade pode se mostrar, nesse momento, centrada em suas ambições no que tem de melhor e de pior também.
            Assim, pode-se resumir que o ser humano nesse processo transitório, chamado de pós moderno, tem: desejos banais de bebidas populares, ambição de futuro em mínimo momento finito, sabem que não há homogeneidade social e que o bom é deixar para amanhã porque se tem muito tempo para tudo.
            Nesse contexto o início do século XXI também é marcado pela necessidade de mudanças e transformações. E, se isso é necessário, entra a figura do profissional de Educação. O qual, no meu entendimento pessoal, é o único com capacidade de encontrar caminhos e revalorar os processos sociais. Para esse repensar, que se faz urgente, há de se levar em conta que o mundo atual é caracterizado por mudanças constantes e muito velozes, trazendo desafios para o repensar continuo de sua prática.
            Inicia-se de maneira aquecida o plano das idéias e com isso acirra-se um intenso debate, envolvido por uma diversidade de argumentos e de pontos de vista de como ver a interlocução do professor. Mas algumas questões são se fazem expoentes, uma delas é a do professor e sua valorização social.
            Por isso, antes, o professor tem que se repensar e se reestruturar porque seus problemas implicam em um retrocesso aos interesses dos projetos educacionais deste século. Isso porque a sociedade está em reflexão e o professor é parte integrante dela.  E este profissional sabe que a rapidez das mudanças no mundo de hoje é sufocante e ele precisa aprender a lidar com o acúmulo de conhecimentos, devendo estar sempre com um grande desafio: formar e transformar sua prática de forma constante, sem abandonar as produções culturais e históricas da atualidade. E isso sem esquecer o debate de qual é o papel do professor na relação de ensino-aprendizagem.
            O professor do século XXI deve ter raízes profundas no acontecer de um presente dinâmico e no processo de constituição de conhecimentos e valores éticos, morais, estéticos e políticos, emergentes da realização da prática educativa, presencial ou à distância, a partir de interações recorrentes com o meio. Some-se a isso, o contexto hiper midiatizado do presente século, que impõe mais desafios aos educadores.  E neste caso é importantíssimo refutar as visões simplistas que opõem as múltiplas linguagens à realidade escolar e ampliar e inventar ou reinventar a prática educativa, compreendendo a aproximação de três fatores existenciais e marcantes neste século – o tempo, o espaço e a velocidade.
            E, para não esquecer, a responsabilidade pelo processo social não é exclusiva em seus fracassos ao professor, porque em seus sucessos pertence aos políticos oportunistas de plantão, e estes, por vezes, sem dimensões maiores que o observar da sua região central do ventre. Também o é do professor. E isso nos leva a necessidade de se ter uma consciência de que os diferentes setores da sociedade também têm responsabilidades, como, por exemplo,  mobilizar o poder público a promover ações concretas, ou em outras palavras, políticas públicas, tornando-se co-responsável e gestor. Bem como lhes cabe denunciar formas de controle, que utilizem as tecnologias para concentrar poder e conter a criatividade e a inventividade. Um fato histórico é o de que, se muito não se avançou na Educação, isto se deve, principalmente, ao desinteresse de uma maneira ampla, abrangendo todas as siglas partidárias sem distinção, de total falta de querer gerir um educar e de uma sociedade imediatista, individualista, que crê em promessas de palanque, mas que não exige durante o tempo de mandato as suas realizações. E, nesse ponto surge os pensares de Paulo Freire, que estava corretíssimo quando afirmava que não se pode ser apático diante de uma política elitista, conservadora, burguesa e nunca popular e emancipadora. Podendo-se entender por um caminho que existe a necessidade de que os professores sejam estimulados e não castrados, a explorar, as possibilidades de perturbação, transgressão e subversão das identidades existentes. Com isso professores seriam estimulados a buscar o saber no impensado, no arriscado, no inexplorado e no ambíguo, em vez do simplesmente concordar com as idéias, o assegurado, o conhecido e o assentado.
            Para finalizar, uma frase que pode traduzir toda essa inquietação: "Em termos rigorosamente filosóficos, o virtual não se opõem ao real, mas ao atual: virtualidade e atualidade são apenas duas maneiras de ser diferente".

1.5.11

Professores são professores

Aduad
    Essa leitura traduz e muito o que se passa na chamada educação do PT, que em nada mudou a da do PSDB ou PMDB ou PFL ou qualquer outra sigla. Mas é importante salientar que ouso reproduzir em meu Blog uma reflexão de um, se posso humildemente, chamá-lo assim chamado Professor Aduad.

    Durante mais de 20 anos estive numa sala de aula do ensino fundamental ao ensino universitário gostava tanto de lecionar que comecei minha profissão organizando reuniões com meus amigos em minha casa pra explicar o que lia nos jornais...bem, o que mais gostava de fazer era ensinar trabalhei em três estados e não sei em quantas escolas por esse país, cheguei carregar livros e material didático na cabeça no interior de Rondônia pra lecionar em lugares que na época não tinham estradas...acredito que o bom dessa história foi o quanto aprendi desse país e o quanto de desapego e aventura tenho a oportunidade de viver, hoje não sou mais professor, sou aventureiro, viajante em busca de mim mesmo...mas o que aconteceu...descobri que nossas instituições de ensino são iguais ao nosso país, quanto mais mediocre melhor, com o passar do tempo descobri que ninguém ensina nada a ninguém...cada um aprende por si só se de fato quer aprender....hoje, a educação não passa de uma estratégia de política pública que não tem como missão solucionar nenhum problema educacional...mas, apenas maquiar que existe um suposto programa de Estado pra educação...mas, quanto mais incompetente for professor, aluno e conselho escolar melhor...porque assim dizemos que gastamos milhões na educação e ninguém sabe nada, pois o dinheiro da educação foi desviado...o aluno não aprende nada e amanhã vai amargar sua vida na fila do sem casa, do sem comida, do sem saúde, do sem fé, ....o professor vai gastar suas energias na sala de aula, vai ficar com diversas doenças funcionais e quando aposentar o que fez da vida....se matou de lecionar....nem recitar um poema de amor não vai conseguir, pois não tem mais voz....se é professor(a) te desejo firmeza, saúde, luz paz amor felicidade pra vc e todos os seus aluno e pra todos....  
Aduad.

26.4.11

MINHA MENSAGEM

Catidiana Sérvula
       Voando. Nadando. Caminhando. Renascendo... Por todas as formas de locomoção alguns aspectos tornaram-se relevantes frentes às escolhas feitas e às mudanças que surgiram.
ü  A CERTEZA de que TUDO por que passamos (positivo ou negativo) só nos traz aprendizagens imensuráveis. Todos os dias nos são concedidas oportunidades; para tanto importante ficarmos atentos e antenados para aproveitá-las de forma benéfica porque em e por tudo vale a pena. É crescimento, amadurecimento, experiências únicas.
ü  A DETERMIAÇÃO e a PERSISTÊNCIA são fatores imprescindíveis para traçar novas metas e objetivos em nossa vida. Na efetivação das ações; planejamento, cautela, humildade, simplicidade e transparência para com tudo e todos..., isso é ter PERSONALIDADE.
ü  A CLAREZA de que - enquanto vivos - nada é finito. A VIDA e o TEMPO são escola e mestre, respectivamente, muito eficientes, eficazes sendo que algumas vezes, utilizam a metodologia da severidade, do tradicionalismo, autoritarismo e castigo para que possamos acordar. Já diz o ditado: “Quando não se aprende com amor, aprende-se pela dor”. Quantas vezes pensamos que estamos dando um ponto final? Ledo engano, nessa escola os pontos mais utilizados no cotidiano são interrogação, exclamação, continuação e até, reticências quando preciso.
ü  A CONFIRMAÇÃO de que cada Pessoa que passa por minha vida deixa muito de si e leva um pouco de mim. Já parti. Já fiquei. Já fiquei. Já parti... e assim, TODOS passaram a ser personagens protagonistas, secundários ou coadjuvantes na minha História de Vida . Que tenha sido no passado ou presente ou até mesmo no futuro, tudo passa a fazer parte da história e esta não tem como apagar, passar uma borracha. Sendo assim, manterei na memória as imagens, as vozes, as maneiras de agir, as lembranças fiéis de momentos vividos mesmo que tenham sido por pouco tempo... Marcou. Não importa a quantidade, mas a intensidade nos sentimentos em todos os encontros.
ü  O meu AGRADECIMENTO para cada uma das Pessoas com as quais tive, tenho e terei o prazer de conviver. Cada um tem uma importância ímpar; cada um ao seu jeito contribui de maneira direta ou indiretamente, para eu não perdesse a FORÇA, a ESPERANÇA. NÓS VENCEMOS! Eternamente direi: MUITO OBRIGADA!
ü   O PRESENTE para cada um de vocês: o RECONHECIMENTO e a minha AMIZADE INCONDICIONAL
ü  O ABRAÇO. Gesto que tanto distribui e recebi. O meu braço é sempre dado com vontade de fazê-lo; de maneira sincera, carinhosa, humana, fraternal e incondicionalmente. Ah! Meu abraço... Sinta-o agora com muita energia positiva, autenticidade e muita saudade
ü    O DESEJO  de que você fique bem com Paz, Saúde, Harmonia e Força todos os dias - sejam festivos ou não – e, em anos pares ou ímpares... não deixe de ser você, de viver, arriscar, aproveitar.
(Katy)

NAMASTÊ = O Supremo que habita em mim saúda o Divino que está em você. Até um dia! 
(E assim, em uma homenagem sincera e com laços muito fortes, quer carnais ou quer espirituais, faço esta postagem e outras que futuramente o farei, cuja autora desencarnou em 2011. Até um dia minha grande amiga, minha irmã e  minha eterna e privilegiada educadora. Sinto tua falta e de nossas loucas conversas). Namastê!!

O TSUNAMI E A PÁSCOA


Manoel Silva Filho
            Há dias em que nada dá certo. Em outros, tudo parece nos alcançar.
            Por vezes agradecemos; outras nos aborrecemos. Mas, independente de nossa vontade, os dias passarão e neles estaremos para simplesmente viver. E viver é mais que um simples dom é aprender que sozinhos teremos mais dificuldades para enfrentar o nosso dia-a-dia.
            Então, surgem as dúvidas - o que fazer?
            Na verdade, para se viver bem, não existem regras claras e pré pagas. O que existe é a necessidade de convivências entre as pessoas para seu progresso pessoal e espiritual.
            E conviver é aprender a dividir e a repartir o pão com aqueles que dele necessitam e também com aqueles que o possuem além de suas necessidades. Se assim for pensado e transformado em atitudes presentes, a união transforma-se em uma grande energia que funcionará como uma onda sempre crescente... como um tsunami.
            Viver em um Tsunami de compreensão, buscando a paz e o respeito às diferenças, só levará a cada um de nós ao equilíbrio e ao privilégio de estarmos simplesmente vivos.
            Mas lembramos que, as dores sofridas em um determinado período, terão ao seu final o encontro com um jardim onde se pode procurar as doçuras que a vida poderá nos trazer.
            Nesta semana, a tristeza, a dor e o sofrimento serão substituídos pela alegria de estar vivo e de pertencimento a uma escola, a uma comunidade, a uma religião, a uma sociedade e de simplesmente estar-se vivo. Assim sendo, comemoremos com fervor a multiplicação de nossos melhores momentos, caçando o aumento dos nossos doces de alegria espalhados por onde passamos e por termos isso desejado.
Feliz Páscoa! Feliz ressurreição para dias cada vez melhores e felizes, unidos por um ideal comum.

8.1.11

Educa-ação (?)

    Estou pensando e isto é uma ação, para mim, muito prazerosa.
    Afinal, quem pensa produz sempre uma ação, que terá sempre uma reação logo a seguir, realizada por tomadas de posição, mudanças, transformações ou simplesmente letargia. Mas o que pensar quando o tema é social e está dentro da reprodução da própria sociedade? 
   Estou falando do bullying, da discriminação étnica (biologicamente, raça quem tem é cachorro, o ser humano é Homo sapiens sapiens), por exemplo, dentro de uma escola, como ficamos?
   Mas saindo do branco acinzentado do cérebro para o preto no branco, já começamos a aprender a maravilha das cores, isso porque para ler você precisa enxergar as letras digitadas. Assim há de se ter um pouco de cuidado com o que se reivindica em função de proporções entre as diversas etnias existentes, quais sejam: povos da floresta, povo de santo, árabes, amarelos, brancos e por aí vai. Claro que se entende que os de pele negra sofreram e sofrem muito por terem a pele negra do que os brancos. Entretanto, é através da educação e da socialização não preconceituosa que se conseguirá o muito que se espera da espécie humana.
   Agora é que vem o problema porque vamos enfocar os educadores ou como gosto: Os professores e professoras (ou professoras e professores como quer a Presidenta Dilma). Será que esses profissionais estarão dispostos a quebrar realmente paradigmas? Os que são "cristãos" estarão dispostos a não mais endemoniar os ditos por eles como "pagãos"? Os mais ricos financeiramente estarão dispostos a dividir com os menos afortunados? Enfim quantos você conta que poderão estar neste processo de luta pela igualdade, irmandade e justiça social? 
   Você é uma, o professor de história (pela sua própria condição de negro, macumbeiro e pobre financeiramente), a arte educadora (pela sua condição de mulher e macumbeira), o professor de matemática (pela sua condição de negro, progressista e racionalista). Daí só eu pensando e muito no assunto para achar a agulha no palheiro. 
   O que mudou neste país foi apenas a porcaria de socialização de migalhas de impostos e mais nada. E se pararmos para pensar mais uma vez, observamos que fez uma imensa diferença com o parco recurso recebido pela sociedade. Somos um país em crescimento e que venceremos a tudo e todos que não tenham bom senso. Mas há de demorar. Então trabalhemos o que pudermos pelo enriquecimento do tudo humano e não no vazio humano. 
   Agora a única certeza que possuo é que pela Educação isso dificilmente se dará porque reproduzimos nossos e os preconceitos de uma sociedade, somos pessimamente pagos e trabalhos como animais tracionadores  para fabricar um grão. 
   Só para demonstrar mais insatisfação estou pensando em ser político porque: é anti-ético, aumenta o seu salário quando quer e no valor que entender  e se não conseguir crio outros proventos sobre forma de gratificação, trabalho um dia ou dois e não pago, roupa, aluguel, escritório, correios e motéis.