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18.2.26

Ideologia violenta, reparação histórica

 A herança da colonialidade de subalternização dos saberes africanos e indígenas, deverá ser combatida com uma reparação histórica. Nesse caso, a ideia é a de rompimento com a visão eurocêntrica e colonial no currículo escolar. A busca é para que a escola não se constitua como um lugar de produção tóxica, mas como um espaço reflexivo para que os estudantes possam se desenvolver social e cognitivamente. Em assim sendo, evitando-se práticas que venham a reproduzir a desigualdade.

A partir disso, os que foram reprimidos e escravizados e, consequentemente, silenciados e excluídos, teriam vozes e seriam capazes de falarem de si mesmos e de suas experiências, quebrando o silêncio histórico.

Entenda-se que uma reparação histórica deverá ter estratégias, uma vez que o racismo, uma ideologia violenta que atravessa e deslegitima saberes culturais, religiosos e comportamentais, materializando-se na linguagem, tornam atos criminosos normais ou naturais. Uma dessas estratégias que levará para o letramento racial e para a educação antirracista é a utilização de livros que abordem a pauta racial, de maneira tal que permita o reconhecimento do modo de ser tanto de negros quanto de indígenas. Mais uma vez, é objetivar o apagamento histórico e a reafirmação de pertencimento com a valorização identitária.

13.2.26

Objetivos da Inteligência Artificial

       A área de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning foi criada visando desenvolver sistemas que possam executar tarefas complexas de forma eficiente e auntonoma.

      A área da Machine Learning é uma sub área da inteligência artificial, que se concentra no desenvolvimento de algoritmos e técnicas que permitem às máquinas aprender a partir de dados e melhorar o seu desempenho ao longo do tempo.

      Em suma, os algoritmos podem facilitar, após treinados ou mesmo realizar algumas de nossas tarefas, podendo melhorar a eficiência e a qualidade de nossas vidas. Isso através da automoção de tarefas, análise de dados e resolução de problemas complexos, trazendo avanços para o desenvolvimento da sociedade na totalidade. 

Políticas públicas e educacionais para equidade social

      A educação se encaixa no conjunto de necessidades básicas dos seres humanos. Portanto pertence a noção de direitos humanos. Entende-se os dreitos humanos como resultados sempre provisórios de processos de lutas em que as pessoas colocam em práticas por ter acesso igualitários a bens materiais e  imateriais que são necessárias para se viver.

      Os seres humanos são diversos e se organizam em diferentes sociedade. As pessoas se diferenciam conforme gêneros, idade, raça, etnia, especificidades físicas, etc. Consequentemente, esse grupo humano que habita em certo período de tempo e espaço, segundo um padrão comum, representam culturas, valores, modos de vida, forma de organização distintas.

      Ao pensarmos que as desigualdades são geradas por determinados contextos históricos, sociais, econômicos ou políticos, num proceso que seleciona e hierarquisa a diferença, a depender da posição que a pessoa ocupa, nessa estratificação podem lhe ser concedidos privilégios ou impostas restrições .

      A nossa sociedade desigual oferta acessos, tratamentos e oportunidades, disproporcionalmente entre as pessoas. A história brasileira tem sido marcada também pela reistência às desigualdades, pelas lutas para afirmação e respeito às diferenças.

      No campo internacional - a declaração dos direitos humans e no Brasil - a constituição de 1988, afirmam que a educação é direito de todas as pessoas. E, por assim ser,  deverá fornecer as condições de uma vida digna para todas as pessoas e para a redução das desigualdades.

      No que tange as políticas públicas educacionais, o conjunto de diretrizes, metas, programas e ações, objetivando orientar, organizar e aperfeiçoar o sistema educacional de um país, abrangem áreas como currículo, gestão escolar, financiamento, formação de professor, etc. 

       

 

 

 

 


BNCC Computação

      Para acompanhar as mudanças tecnológicas a educação se ajustou. Seus fundamentos básicos apresentam princípios que acompanham a evolução das tecnologias. Seus conteúdos são apresentdos em eixos, como segue: Pensamento computacional, Mundo digital e cultura digital.

      A sua abordagem busca focar na resolução de problemas, por exemplos de algoritmos; também aborda a tecnologia por si só, refletindo sobre como ela funciona e segue com a abordagem do nosso próprio uso das tecnologias, levantando questões como: de que forma podemos garantir segurança e privacidade on line? Que tipo de questões éticas estão envolvidas na circulação e no uso de informações? Como a inteligência artificial será capaz de influenciar nosso mundo e o futuro das profissões?

      Além das abordagens já citadas, aborda temas como privacidade, segurança on line, notícias falsas (fake news) e cyberbullying, objetivando que a escola ajude aos estudantes a identificar e evitar situações perigosas.

      Em destaque os tópicos de uso crítico da tecnologia, saúde e bem estar, comunicação e seguança digital.

      Na abordagem do uso crítico da tecnologia, entende-se que a cidadania digital incentiva os alunos a questionar as informações que encontram on line, verificar fontes e identificar notícias falsas. Com isso, ao desenvolver o senso crítico os alunos se tornam mais autônomos e capazes de tomar decisões informadas.

      No assunto saúde e bem estar, busca-se fomentar em sala de aula uma ampla discussão sobre o uso consciente da tecnologia contribui para o bem estar físico, emocional e psicológica das crianças e jovens. Questões ligadas ao vício, estresse, problemas de postura e oculares devem ser observadas.

      Já a abordagem da comunicação on line, uma das principais características que permeiam a sociedade nos dias atuais, visa alertar sobre como nos comunicamos, respeitando acordos sociais, legislação e outros indivíduos.

      Por fim a abordagem da segurança digital, por ser importante orientarmos os estudantes sobre como proteger as informações que armazenam e divulgam nas redes digitais a partir de práticas como a configuração de senhas, criação de contas de mídia social privadas e seleção de informações que sejam publicadas on line.    

Inclusão na Cidadania Digital

       A cidadania digital é o direito e responsabilidades no mundo digital. Ou, em outras palavras, é o conjunto de direitos e responsabilidades que as pessoas tem no mundo on line.

      A abordagem do tema é faz-se necessária para promover consciência sobre os impactos das ações on line e a importância de contribuir para um mundo digital mais justo e equitativo.

      No âmbito escolar a cidadania deverá incentivar os alunos a se tornarem cidadãos mais ativos e engajados quando discutido temos como, por exemplo, direitos humanos, privacidade e ética. Também, ao trabalhar este tema, ajude a reduzir a desigualdade digital e promova a inclusao e o desenvolvimento de todos os estudantes.

      Nesse caminhar, é importante ensinar aos alunos o uso responsável de tecnologia e das ferramentas digitais para que de forma ética e respeitosa, evite-se problemas como o vício da internet e a exposição a conteúdos inapropriados.

      Já fazendo algum tempo, uma lei federal determina, tanto para escolas da rede pública quanto da rede privada de ensino, a proibição de uso de celulares, à exceção da permissão dos professores. Importante frisar que a lei não é punitiva, mas educativa e deve iniciar com pais, mães ou responsáveis conscientizando seus filhos. A opção mais coerente é deixar o telemóvel em casa.

      Então, como haverá a comunicação entre pais, mães e responsáveis e a unidade escolar? Sempre bom lembrar que a escola disponibiliza a administração para receber notícias ou enviar notícias.

      Ponto crucial é o de que a família tem que estar ao lado da escola. Com isso, fica mais fácil a conscientização do aluno.

      Novamente relembra-se que a lei federal proibe, mas visa evitar problemas mentais por hiperconectividade para os alunos.

      Uma questão presente é o questionamento sobre a ideia de que o celular desapareceu. A escola seria responável? Para essas questões improváveis volta-se a afirmar que não há uma banição do celular, pode ser usado quando há um planejamento  para seu uso pedagógico. Evidente que a proibição do celular não é  restrição e não é punição, servindo para fortalecer o papel da escola. Seu uso está ligado diretamente ao desenvolvimento de competências digitais (o saber) para o desenvolvimento facilitado da aprendizagem do estudante.

      Enfim, a lei federal não leva a  proibição em casa ou entre outros lugares.

       

12.2.26

Na minha bagagem

       O que levo na minha bagagem é a consciência de que q Escola e um lugar onde podemos passar a nos compreender como parte de um mundo. A escola também é reconhecida pelos marcos legais como um espaço para a formação de um sujeito crítico, solidário e consciente de seus direitos e de seus deveres. Portanto, é um espaço que privilegia a defesa e promove a educação "em" e "para" os direitos humanos.

      E é nesse espaço escolar que se articulam práticas pedagógicas e convivência comunitária. Assim, atuando a escola ao assumir mais essa função social, contribui para a construção de uma cultura de respeito, dignidade e justiça, tornando-se um território não só de equidade, mas também inclusivo.

      Entre as diversas ferramentas utilizadas nesse processo educacional, ficou claro que aprender sobre Direitos Humanos é o que propicia aprender sobre o mundo e construir nossa identidade, quando pessoas vão se perceber como sujeitos de direitos e irão reconhecer os outros seres humanos como sujeitos de direito.

      A partir de estudos facilitou a compreensão de que a educação em Direitos Humanos deve ser transversal e integrada ao currículo, buscando a valorização da diversidade e a participação democrática. Isso partindo de conhecimentos adquiridos sobre diretrizes do Brasil e internacionais.

      Contudo, para valorizar esse processo educacional baseado em direitos humanos, o educador deverá adquirir habilidades de planejamento curricular flexível, desenvolver práticas pedagógicas participativas e consolidar experiências que vão além da punição, transformando em experiências que promovam os direitos e a mediação do conflito.

      Enfim, levo na bagagem a capacidade de  transformar o dia a dia de uma escola em um ambiente de defesa dos direitos humanos.

Um olhar sobre a Escola no Brasil

       A escola no Brasil tem importância em função da pluralidade humano. Trata-se de um espaço em que há um encontro com a diferença, por sermos colocados diante da diversidade em suas várias expressões. É também o local onde a gente passa a se compreender como parte de um mundo. Mundo esse que existia antes de nós e que vai continuar depois de nós.

      Aprender sobre os Direitos Humanos é o que propicia, nesse processo de socialização, aprender-se sobre o mundo e de subjetivação. Ou seja, oportuniza a construção de nossa identidade enquanto pessoas e faz perceber-nos além de sujeitos de direitos, também reconhecer os outros como sujeitos de direitos.

      A partir da aprendizagem de coexistir na diferença com base no respeito mútuo, a proteger e a defender a dignidade humana e justiça social, os valores da democracia, a escola vai ser a abertura para o esse mundo, muito baseado na educação e na conscientização do direito humano.

      A partir da Declaração de 1945, a educação passou não só a ser vista como um direito humano, mas também como uma obrigação.

Educação e Direitos Humanos

       A história dos Direitos Humanos não foi uma concessão dos grupos dominantes, mas ao contrário, é marcada por lutas em diferentes momentos, resultando em uma conquista humana fundamental.

      Afirma a dignidade, a liberdade e a igualdade como valores universais. Os documentos permitiram que a humanidade passasse a contar com um marco normativo global e inspiraram legislações nacionais e diversas políticas públicas - Documentos Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão em (1789) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948).

      No Brasil, a Constituição Federal de 1988 e o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2006) consolidaram a formação em sujeitos críticos, solidários e conscientes de seus direitos e de suas obrigações com a coletividade.

      A declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece a Educação como condição para o desenvolvimento integral do ser humano. Ainda no Brasil foram instituídos os marcos legais e curriculares, onde apontava que educar m Direitos Humanos significa formar sujeitos capazes de defender e promover valores como: respeito, solidariedade, justiça e democracia.

      Marcos legais: Constituição Federal (1988), artigo 212 - educação como direito de todos e dever do Estado, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, o preparo para a cidadania e a qualificação para a cidadania e a qualificação para o trabalho e determina que a educação deve ser acessível a todos, de forma gratuita e de qualidade, com financiamento público privado; A LDB (1986) - baseia-se em princípios em que os fundamentos como o desenvolvimento pleno do educando, o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho, inspirada na liberdade e na solidariedade humana, buscando a igualdade de condições, o respeito à diversidade e o pluralismo de ideias; O Plano Nacional da Educação (2006), define a educação e o direito humano como processo contínuo e transversal; Diretrizes Nacionais de Educação e Direito Humano (2012), que trata do processo de formação de indivíduos como sujeitos de direitos, com base em conhecimentos, valores e práticas de respeito à dignidade, igualdade e diversidade humana, orientando uma cultura de direitos humanos em todos os níveis de ensino .

      Mais localizado, a Bahia vem contribuindo com a DCR (2019), onde reafirma princípios que defende a Educação em Direitos Humanos, de forma transversal e interdisciplinar, consolidando a escola como espaço de cidadania, diversidade e empatia.

      Há de se entender duas formas iguais e, ao mesmo tempo, diferentes. São elas: a educação para os direitos humanos, onde é priorizado a sensibilização e a informação e a Educação em direitos humanos, através da qual busca enfatizar a vivência e a prática cotidiana desses valores, aprofundando o processo formativo, desenvolvendo competências críticas e práticas de interesse social.

6.2.26

CONCEITOS, CIDADÃOS CRÍTICOS E VELHAS METODOLOGIAS

     Os conceitos procedimentais e atitudinais em um primeiro momento foi apreendido e discutido. Entretanto, observou-se que a maioria das turmas não possuem comportamento para a discussão entre eles e necessitam de mudanças e maior número de atividades dialogada.

      Há de se afirmar que o preparo para um cidadão crítico passa por evitar-se o velho sistema bancário de aprendizagem e aprimorar-se no fornecer oportunidade de reflexões sobre os conhecimentos adquiridos e que expresse suas ideias e desenvolva habilidades de comunicação.

      No século XX, o jovem estudante encontra-se em contato com múltiplas formas de linguagem, somando-se a grandes quantidades de informações e meios para acessar as ferramentas tecnológicas.

      O projeto Roda de Conversas - Com)Vivências, a exemplo, foi estudado e pensado, tendo como objetivo principal ajudar a esse mesmo estudante saberes que o levam aos desafios de forma autônoma e com o sentido crítico.

      Entretanto, há de se afirmar que o preparo para um cidadão crítico passa por evitar-se as velhas metodologias de aprendizagem. E, em contra partida, é importante incentivar o aprimoramento no fornecimento de oportunidades de reflexões sobre os conhecimentos adquiridos e que expressem suas ideias e desenvolva habilidades de comunicação. 

30.1.26

Escola e sua função social

 

A escola é um lugar onde podemos passar a nos compreender como parte de um mundo. A escola também é reconhecida pelos marcos legais como um espaço para a formação de um sujeito crítico, solidário e consciente de seus direitos e de seus deveres. Portanto, é um espaço que privilegia a defesa e promove a educação "em" e "para" os direitos humanos. E é nesse espaço escolar que se articulam práticas pedagógicas e convivência comunitária. Assim atuando, a escola ao assumir essa função social, contribui para a construção de uma cultura de respeito, dignidade e justiça, tornando-se um território não só de equidade, mas também inclusivo. Nas diversas ferramentas neste microcredencial, ficou claro que aprender sobre direitos humanos é que propicia aprender sobre o mundo e constrói nossa identidade, quando pessoas vão se perceber como sujeitos de direitos e irão reconhecer os outros como sujeitos de direitos. Também os estudos nesta credencial me remeteu a compreender que a educação em direitos humanos deve ser transversal e integrada ao currículo, buscando a valorização da diversidade e a participação democrática. Isso ártindo de conhecimentos adquiridos sobre diretrizes internacionais e brasileiras. Contudo, valorizei esta microcredencial também por adquirir habilidade de planejamento curricular flexível, desenvolver práticas pedagógicas participativas e consolidar experiências que vão além da punição, transformando em experiências que promovam o diálogo e a mediação do conflito. Enfim, levo na bagagem a capacidade de transformar o dia-a-dia de uma escola em um ambiente de defesa dos direitos humanos.

Currículo: a construção socioeducativa

 

O planejamento para a Educação Inclusiva deve maximizar as oportunidades de sucesso escolar do estudante, remover as barreiras pedagógicas, didáticas e metodológicas, que possam vir a impedir o aprendizado, e, também, garantir a permanência do estudante no sistema escolar. Para que isso ocorra e não tenha a possibilidade de descontinuidade, faz-se necessária a flexibilização curricular. E, isto visa diminuir a defasagem de aprendizagem, garantir a aquisição de habilidades, fortalecer a coerência das ações pedagógicas e devem ser implementadas de acordo com a territoriedade. No processo de estudo, também ficou claro que a aprendizagem é um processo singular e diverso, independente de sua condição com os saberes. E, para atingi-la deve-se entender que se faz necessária uma relação entre professores e estudantes e suas escolhas de saberes de forma interativa. Um ponto a ser refletido é no caso da reorganização para atender os processos de aprendizagem como formativos deve-se partir do princípio de que não se trata de fazer tudo igual e sim garantir a inclusão como forma de direito aos saberes. Em relação a metodologia deverá ser variada, assim como os recursos a serem aplicados, respeitando o ritmo individual em condições de equidade.

Enfim, para que os saberes e suas atividades correlatas sejam concebidas, organizadas, funcionalizadas e avaliadas faz-se necessária uma construção sócioeducativa, que é o próprio currículo.

Pluralidade dos olhares

 

Deve-se considerar a relevância dos vários e diferentes saberes que compõem a comunidade escolar, contudo sem uma ordem de priorização com os sujeitos de um conjunto. E, além disso, a sua construção deve ser coletiva e colaborativa, observando-se a territoriedade da comunidade e de todos os sujeitos envolvidos, incluindo a forma de aplicação da avaliação.

Com isso e por isso, busca-se fazer com que a pluralidade dos diversos alhares que vivencia a escola, sirva como novas formas de enxergar-se quais estratégias estão funcionando e quais devem ser evitadas, garantindo assim uma educação de qualidade.

Fato é que o planejamento de encontros dinâmicos, organizados e com pontos que discutam os assuntos de forma direta e simples, poderá trazer-se a construção de uma comunidade escolar onde ninguém é esquecido e/ou deixado para trás.