(Makulè)
Sem a preocupação com a força do tema porque
a covardia faz parte do meu ser e, consequentemente, a negação da vida não é
exatamente a minha praia: então o porquê do morri?
A morte é
sempre um sinal de liberdade e de muitas possibilidades. Óbvio que cada coisa a
seu tempo. Assim, pela vida aprendemos e reaprendemos a cada dia; e de tal
maneira que a vida se torna um tempo muito rápido, se for vivido com a
intensidade para tudo que temos vontade de aprender e fazer.
A morte
não é, nesse caso, as funções orgânicas que faliram. Mas sim, o renascer vivo
da fênix da elevação pessoal e espiritual. Onde o importante não é medido pela
agregação patrimonial e os custos/benefícios disso advindo. Assim, independente
do seu cash, situação social e financeira, a morte implicaria em tudo possível
ao nosso crescimento. Há de se preocupar com os outros viventes e os não
viventes do planeta, com as gerações vindouras, com os conceitos morais,
educacionais, com a dignidade tão necessária e com a auto estima tão importante
para o nosso alerta e o viver saudável.
Enfim,
o nosso morrer nem sempre é perda angustiante ou saudosa, mas uma passagem
necessária para a elevação dos instrumentos do Universo sob a forme de chance,
oportunidade, despedida ou assemelhado em um determinado processo
Nenhum comentário:
Postar um comentário