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8.5.14

Enfim... Morri!

(Makulè)


 Sem a preocupação com a força do tema porque a covardia faz parte do meu ser e, consequentemente, a negação da vida não é exatamente a minha praia: então o porquê do morri?
  A morte é sempre um sinal de liberdade e de muitas possibilidades. Óbvio que cada coisa a seu tempo. Assim, pela vida aprendemos e reaprendemos a cada dia; e de tal maneira que a vida se torna um tempo muito rápido, se for vivido com a intensidade para tudo que temos vontade de aprender e fazer.
   A morte não é, nesse caso, as funções orgânicas que faliram. Mas sim, o renascer vivo da fênix da elevação pessoal e espiritual. Onde o importante não é medido pela agregação patrimonial e os custos/benefícios disso advindo. Assim, independente do seu cash, situação social e financeira, a morte implicaria em tudo possível ao nosso crescimento. Há de se preocupar com os outros viventes e os não viventes do planeta, com as gerações vindouras, com os conceitos morais, educacionais, com a dignidade tão necessária e com a auto estima tão importante para o nosso alerta e o viver saudável.
   Enfim, o nosso morrer nem sempre é perda angustiante ou saudosa, mas uma passagem necessária para a elevação dos instrumentos do Universo sob a forme de chance, oportunidade, despedida ou assemelhado em um determinado processo




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