(Manoel Silva Filho)
Mas sobre essa última frase cabe um pensamento – potencial é a energia sempre pronta a ser cinética. Dessa forma, não existe vida passível porque a qualquer momento podemos torná-la dinâmica, energética e absorvente. Daí a vida antes vazia complementa-se e enche-se de uma grande quantidade de energia, de tal maneira que, nos sentimos pertencentes a um Universo positivo, mesmo quando antagônico.
O antagonismo, nesse caso e em sua dualidade, tende a incentivar-nos a pertencer ao lado mais fraco ou nos dá essa sensação, contudo supremo. E isso pode ser notado por vários fragmentos de nossa vida, tal como quantos abraços bastaram para que um dia mudasse, mesmo que nada tivesse a favor desse acontecimento. E a explicação desse fato está em uma única e pequena palavra – AMOR.
Assim, qualquer caminhada deverá ter em todo o seu percurso o amor do que nos cerca, pois frágil nós já o somos e poderosos nós tornaremos. A vida é adulta, mesmo quando somos jovens, e exige que corramos riscos e assim nos instiga a continuar, continuar e continuar.
Enfim, viver é um risco que simplesmente nos desafia a sermos felizes, adultos e caminhar rumo a toda explicação do porque vivemos – o verdadeiro amor.
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