A cidadania digital é o direito e responsabilidades no mundo digital. Ou, em outras palavras, é o conjunto de direitos e responsabilidades que as pessoas tem no mundo on line.
A abordagem do tema é faz-se necessária para promover consciência sobre os impactos das ações on line e a importância de contribuir para um mundo digital mais justo e equitativo.
No âmbito escolar a cidadania deverá incentivar os alunos a se tornarem cidadãos mais ativos e engajados quando discutido temos como, por exemplo, direitos humanos, privacidade e ética. Também, ao trabalhar este tema, ajude a reduzir a desigualdade digital e promova a inclusao e o desenvolvimento de todos os estudantes.
Nesse caminhar, é importante ensinar aos alunos o uso responsável de tecnologia e das ferramentas digitais para que de forma ética e respeitosa, evite-se problemas como o vício da internet e a exposição a conteúdos inapropriados.
Já fazendo algum tempo, uma lei federal determina, tanto para escolas da rede pública quanto da rede privada de ensino, a proibição de uso de celulares, à exceção da permissão dos professores. Importante frisar que a lei não é punitiva, mas educativa e deve iniciar com pais, mães ou responsáveis conscientizando seus filhos. A opção mais coerente é deixar o telemóvel em casa.
Então, como haverá a comunicação entre pais, mães e responsáveis e a unidade escolar? Sempre bom lembrar que a escola disponibiliza a administração para receber notícias ou enviar notícias.
Ponto crucial é o de que a família tem que estar ao lado da escola. Com isso, fica mais fácil a conscientização do aluno.
Novamente relembra-se que a lei federal proibe, mas visa evitar problemas mentais por hiperconectividade para os alunos.
Uma questão presente é o questionamento sobre a ideia de que o celular desapareceu. A escola seria responável? Para essas questões improváveis volta-se a afirmar que não há uma banição do celular, pode ser usado quando há um planejamento para seu uso pedagógico. Evidente que a proibição do celular não é restrição e não é punição, servindo para fortalecer o papel da escola. Seu uso está ligado diretamente ao desenvolvimento de competências digitais (o saber) para o desenvolvimento facilitado da aprendizagem do estudante.
Enfim, a lei federal não leva a proibição em casa ou entre outros lugares.
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